Advanced students – working with movies

Below, some movie scenes with questions for discussion or comprehension, ideal for advanced students.

  1. Where are the characters of the scene?
  2. What is the problem with his order?
  3. How does the waitress initially react to his order?
  4. How does she try to solve the problem of his order?
  5. How does he try to solve the problem of his order?
  6. Does he eventually get what he wants?
  7. How would you have solved the problem?
  1. Where are the people in the scene?
  2. What is the overall atmosphere of the room and why?
  3. Who is Mr Sullivan?
  4. What is the initial problem described by Mr Sullivan and what does his model show?
  5. Why don’t the figures “make much sense today”?
  6. What could be the consequences or his “projection”?
  7. Is the projection accurate or could it be worse?
  8. What does the director mean by “the music is about to stop and we will be left holding the biggest bag of excrement ever assembled in the history of capitalism?
  9. How does the director react, overall?
  10. What solution do Jarred and Sam provide? (7:00)
  11. What would happen if they followed this solution?
  12. What were the real consequences of this “problem”?
  1. Where are the characters and what is initially happening in the scene?
  2. What doesn’t Josh get?
  3. Why?
  4. What does he suggest?
  5. How does everyone in the room react?
  1. Where are the characters of this scene and how does Chris Gardner start his speech?
  2. What is their reaction?
  3. Can you remember anything about his resume?
  4. What qualities does he mention, about himself?
  5. How does he convince them to hire him?
  6. Why does he reject the position?

General Questions

  1. Which scene did you enjoy the most? Why?
  2. Have you seen any of these movies?
  3. What film genres do you prefer?
  4. Which ones do you not like and why?
  5. What is your favourite film and what is the film about?

How to teach English effectively

This article is for people who teach English to adults. I have little experience teaching children and am sure the points listed would be very different for children.

After almost a lifetime of teaching using different methods, I can safely say there are a few points we should consider to teach English effectively.

  1. Find your preferred method(s) or create your own. You will only teach effectively if you believe in the method(s) you are using. Experiment, mix and adapt. Learn as many methods as possible and work on different ways of using them (one at the beginning, another at intermediate level, etc.).

2. Students learn faster when they are interested in the subjects. I once used a formal method to try to improve a student´s fluency. At one point, we deviated from the subject and started talking about his son, who was suffering from a disorder. Although I had to remind him constantly that he should stick to English, he managed to talk for a full hour, non-stop, in English, while I sat, listened and asked the occasional question. I have never seen a happier student in my life. Experiences like these make students feel pleasantly exhausted, like we feel after hours in the gym, and that they have learned something, which is the goal of all our efforts!

3. Reinforce the basics, always. There is no point using videos, magazines, songs, flashcards and all the other resources available to us if our student has not mastered the basics. If an advanced student is making simple mistakes while talking, it will be very, very hard to correct them. Students love new vocabulary and learning new tenses, but we must resist the temptation to expand without a solid foundation. If you don´t want to bring beginner’s resources to class, ask questions in the simple tenses or using simple structures or use complex vocabulary in simple ways that force the student to use the basics. Don´t be afraid of repetition. As in the previous case, the student will leave the class feeling he or she has learned something.

4. Create special activities for special requirements. If your student has fluency issues, focus on improving fluency. The same goes for pronunciation, grammar (same as above, back to the basics), but not so much for vocabulary unless the student has no other language problems. In the case of vocabulary, focus on topics and merge them with the special activities.

5. Do not focus too much on explanations. Make all grammar explanations quick and to-the-point. Use lots of examples instead of blabbing on for hours about rules and exceptions (which are way too many). Show them how it works and then continue to practice as soon as possible.

6. Set an approximate deadline for each level. Students need a goal and they need to feel they are reached that goal, even if we slap them with another one in rapid succession. If preferred, use official tests. If not, create your own or prepare a test-oriented conversation class. Provide feedback whenever possible. Use a framework as your guide if necessary. Oh, and don´t turn up at class with a huge coursebook. If you use a coursebook, divide it into sections so the goals seem more achievable.

That´s about it. Love what you do and do it well!

Do you have any tips or experiences to share? If so, please leave a comment.

Como realmente aprender inglês

Não adianta negar: o inglês é cada vez mais necessário e é um diferencial importante na hora de conseguir emprego, estudar, viajar e conhecer pessoas no mundo inteiro.

Há anos que vejo pessoas tentando uma e outra vez aprender inglês sem sucesso por vários motivos, como falta de tempo, falta de interesse, método incompatível, falta de continuidade, falta de exposição ao idioma e muitos outros.

Então… como realmente aprender inglês? A seguir algumas dicas e requisitos para aprender inglês para valer sem gastar uma fortuna:

  1. Procure uma escola boa ou um professor bom. O professor pode ser nativo do inglês ou brasileiro.

2. Uma vez que tenha pesquisado algumas boas escolas ou professores, procure um bom método. Alguns professores particulares alternam métodos mas isto é raro ou impossível nas escolas. Para ter certeza, assista uma aula e veja como o método funciona. Métodos onde o português não é usado nem sempre são os melhores, especialmente se for iniciante. O importante é aprender com um método ou vários que funcionem para você. Uma forma de saber se funciona é fazer a pergunta: falei inglês na aula? O método me fez perder a vergonha e falar?

3. Aqui chegamos ao assunto da vergonha. Esqueça isso. Fale! Pode estar tudo errado, não tem problema. Se solte e confie no seu professor. Só ouvindo você falar é que seu professor saberá como ajudar você a aprender de verdade.

4. Dedica-se. Uma ou duas horas de estudo por semana pode até funcionar, mas vai demorar mais. Leia textos curtos, tipo letras de uma música favorita e subtítulos em inglês (closed caption). Faça seus deveres de casa ou chegue uma hora antes à aula e faça lá mesmo. Tudo que fizer para aumentar sua exposição ao idioma vai acelerar o processo.

5. Não desista! Se faltar o dinheiro, fale com o professor ou com a escola. Veja formas de continuar em casa até a situação melhorar. Todo o esforço que você fez até agora de perderá se não achar alguma forma de continuar.

Só isso! Simples assim. Siga essas dicas e verá resultados em menos tempo. Agora vou escrever um artigo para os professores 🙂

Se você mora em zona norte, venha estudar conosco!

Quando o artigo volta…

O pior pesadelo de qualquer tradutor – ou cliente – é ter seu trabalho criticado ou rejeitado. Fora os casos em que o cliente tem razão e aponta falhas concretas, há casos em que o tradutor não recebe qualquer explicação sobre por que seu trabalho foi rejeitado. Um destes casos é artigos científicos ou acadêmicos. Quando o tradutor tiver sorte, o cliente enviará a mensagem dos editores que veio com o artigo rejeitado contendo todas as falhas detectadas. Quando não tiver sorte, o cliente simplesmente enviará uma mensagem dizendo que o trabalho foi rejeitado e pedindo uma solução.

Como fazer para que isto não aconteça? Quais medidas tomar?

Para começar, vamos definir o que o tradutor NÃO faz:

  • O tradutor NÃO revisa. É humanamente impossível revisar seu próprio trabalho. Isso deve ser feito por um REVISOR.
  • Ao menos que o cliente procure um especialista, o tradutor NÃO tem obrigação de conhecer a área do texto.
  • O tradutor NÃO altera estilos (arcaico, formal, informal, resumido, rebuscado). Se o texto tiver um determinado estilo, ele será mantido na tradução. Se o cliente quer outro estilo (menos enrolado ou formal), terá que alterar o original primeiro.
  • O tradutor NÃO localiza (localization) ou transcria (transcreation), ao menos que o cliente assim o peça e pague por esse serviço extra.

Agora, a definir o que o tradutor FAZ:

  • O tradutor interpreta. O que estiver lá, ficará lá em outro idioma.
  • O tutor adapta (na medida do possível) para que a interpretação seja compreensível para o público alvo.

Entendido, e agora?

Para reduzir a possibilidade de problemas futuros, existem certas coisas que o cliente deve fazer ANTES de enviar um artigo para tradução:

  1. Revisar o artigo no idioma original. Adaptá-lo à linguagem mais simples, clara e direta dos artigos em inglês. O mais importante é remover toda instância do seguinte:
    1. “Sendo que” – requer oração nova. Colocar ponto e iniciar uma oração nova.
    2. “Por isso,” e qualquer frase similar – geralmente são desnecessárias.
    3. Uso do passivo – usar “nós” ou só usar o passivo quando absolutamente necessário.
    4. Excesso de palavras – o que os editores chamam de “wordy”. Simplifique ao máximo sempre e sem dó. O importante é que fique claro.
    5. “Seus”, “estes”, etc. – em inglês devemos deixar claro que está fazendo o que. Colocar o pronome mesmo que repetitivo.

O artigo foi traduzido, como proceder?

Segundo, APÓS receber o artigo traduzido (supondo que trabalho junto com o tradutor esclarecendo dúvidas, etc.), e cliente deve fazer o seguinte:

  1. Enviar o artigo para revisão de um editor com conhecimento da área, preferencialmente nativo no idioma alvo (ao qual o artigo foi traduzido). Se isto não for possível (vale a pena o investimento e evita ter que refazer o trabalho), enviar para um autor com conhecimento da área que já teve artigos em inglês publicados.

O artigo voltou! O que faço?

Se mesmo depois de todo esse trabalho o artigo volta, os editores precisam explicar por que o artigo foi rejeitado. Só assim o trabalho poderá ser melhorado. É preciso deixar isto bem claro (tradutor) ou exigir que os editores (cliente) especifiquem os erros que acharam.

Este seria o caminho padrão da tradução, submissão e rejeição de um artigo.

Detectar possíveis motivos quando não há feedback

De acordo com minha experiência (milhares de artigos aceitos e clientes satisfeitos, mas cinco artigos rejeitados com e sem explicações), em alguns casos o artigo volta ou é rejeitado pelos autores ou examinadores (e até pela revista) e você não consegue achar uma só falha nele e ninguém consegue esclarecer por que não gostaram do seu trabalho. Os motivos que eu consegui detectar depois de muita insistência foram os seguintes:

  1. Autores estão acostumados à um determinado estilo e rejeitam qualquer outro estilo ou alternativa.
    1. Uma vez um autor ficou histérico porque usei old people ao invés de elderly num artigo. Ele simplesmente dizia que estava errado. Eu subitamente mostrei a ele que nas referências que eles mesmo colocou no final do artigo, todos os autores usaram old people no título dos trabalhos.
  2. As revistas e/ou autores só publicam ou leêm artigos traduzidos por brasileiros. Ai caímos no que nós tradutores chamamos de “texto abrasileirado”.
    1. Um autor criticou um parágrafo inteiro que eu tinha reformulado completamente. Pedi a ele que escrevesse o parágrafo do jeito que ele achasse que deveria ficar. O resultado foi tão abrasileirado e incorreto (construções que não existem em inglês), que tive que dizer a ele que não assinava o trabalho caso ele fizesse essa alteração.
  3. Os autores e os editores se acostumaram tanto com esse estilo que não conseguem aceitar um artigo traduzido de outra forma. Todo tradutor de artigos sabe que existem revistas nas quais as traduções são de má qualidade, mas muitos acabem se acostumando e aceitam alguns erros como padrão.
    1. Frases como “Foram realizadas oficinas…” são traduzidas como “Were held workshops…”. Quando você coloca “The researchers held workshops…” ou “Workshops were held…” eles acham incorreto.
  4. Acham que seu texto foi traduzido ao pé da letra. Vamos ser justos aqui. Muitos textos são extremamente científicos, cheios de termos e conceitos desconhecidos. Achar um tradutor que seja tão especialista na área quanto o autor é quase impossível. Aliás, essa exigência só costume ser padrão em agências muito grandes com milhares de tradutores em todas as áreas. Por isso, tradutores que não conhecem a área precisam pesquisar muito antes de começar. Se o tradutor altera demais um texto muito complexo, ele pode alterar o significado. Não é a mesma coisa que alterar um texto não científico onde o tradutor pode brincar mais com a frase porque sabe que o significado final será o mesmo. Nos artigos, alguns trechos precisam ficar ao pé da letra mesmo, enquanto que as partes da frase que foram 100% genéricas podem ser alteradas.
  5. O cliente acha que sabe mais do que o tradutor. Não queria chegar aqui, mas acontece. Este é o pior caso possível para um tradutor. As críticas costumam ser desrespeitosas e ofensivas e quando o tradutor replica, o cliente costume sumir. Números 1 e 2 estão incluídos nesta categoria, mas tenho outros bem piores. A boa notícia é que consegui justifica cada uma das minhas decisões e não teria feito nada diferente.
  6. O texto original não ajuda. Os editores que não falam o idioma original do texto, não podem comparar o original com a tradução, então podem criticar coisas que também estão no original. Nestes casos, posso incluir o seguinte:
    1. Artigos não editados ou revisados.
    2. Artigos contendo termos ou trechos repetidos ou desnecessários.
    3. Artigos que poderiam ser resumidos a uma página, mas se estendem por 12 páginas para cumprir um requisito.
    4. Textos com trechos em linguagem arcaica ou num estilo obsoleto. Como o estilo deve ser mantido em toda tradução, isso é transferido ao trabalho final.
  7. O cliente mexeu no texto traduzido. Quando há muitos autores, isto é muito comum. O importante é sempre enviar a cópia final para o tradutor (idealmente o revisor, já que deveria ter sido revisado em inglês).

Resumo

Não existe uma solução infalível. Em algum momento, algum artigo vai voltar. O importante é saber, sem sombra de dúvida, que você, o tradutor, fez o melhor que pude e você, o cliente, esclareceu todas as dúvidas do tradutor e aprovou o resultado final. Fora isso, é importante exigir que especifiquem pelo menos alguns dos motivos pelos quais o artigo foi rejeitado e tentar resolver o problema da melhor forma possível. Caso isso não seja o suficiente e o artigo continue sendo redondamente rejeitado, precisará achar os motivos de outra forma (para sua consciência e paz de espírito). Em raros casos em que tudo parece perdido, o trabalho original e/ou a tradução terá que ser refeito por outro profissional.

My experience with Babelcube

For those of you who don´t know, Babelcube is a platform where authors can get their books translated and published on online shops. All the publishing rights of the translated books are transferred to Babelcube through a contract signed by all the people involved in the translation and the author.

How it works

  1. Translators and editors register on Babelcube and search for books they are interested in translating.
  2. Translators and editors or proofreaders can team up and apply for the translation as a team or individually. The team should be formed before applying.
  3. The translator or team send a request for the author to accept or reject. The request must include a deadline for the first ten pages and for the full text. If accepted, all the parties involved sign an agreement.
  4. Once the contract is signed, Babelcube sends the first ten pages to the team or translator. The translator or team translate and edit the first 10 pages and send them to the author for approval. If approved, the team or translator receive the full text.
  5. On the deadline (or later if you ask for an extension), the translator or team sends the full translated text. Babelcube sends emails every time the book is published on an online bookshop or website.
  6. Translators get a review for their work (optional) from the authors, which is nice 🙂

For more info on how it works (royalties, etc.), visit the website.

How it worked for me

  1. I didn´t really want to translate any of the books I found on the website in my language pairs. Most did not have reviews and I had no idea if they would sell. So, I looked for independent authors on Amazon that wrote about things that interested me. I found one author and asked her to add her work on Babelcube so I could send the proposal. She accepted and we were good to go.
  2. I teamed up with a Portuguese editor because Portuguese it not my mother tongue.
  3.  My deadline was a year and I extended twice, which is great news for translators used to working on insane deadlines. The authors are super flexible if you just let them know in advance.
  4. The contract is pretty straight forward. I sent the first 10 pages and she accepted. No problems there.
  5. The book was published on a few online shops but no Amazon, yet. As my public is in Brazil, we were lucky to get one link in Portuguese.

Disadvantages/Complaints

  1. You never know when you’ll get paid. I have translated two books so far and have not received a penny so far. The first book was published in August and we are in December. The second book was published in November. The first book had few pages and it was quite cheap. Babelcube supposedly only makes payments after the bookshop makes the payments and only then if they reach 10 or 20 dollars.
  2. You never know if the editor or team members you are working with will be good for the work you are doing. My editor disappeared for weeks and I still have some doubts about the edits she made. The ratings are not always reliable because the authors are grateful for the work and do not always know the language well enough to review.
  3. Customer support is weird. I think there is one person working at Babelcube and that person disappeared for a while until he was replaced by another who never got my emails. I had to start the whole process again and only then got some very brief, non-accountable replies. They basically blame everything on the bookshops.
  4. You never know if the book will sell unless you do as I did and start marketing before you even publish and already have an audience eagerly awaiting books in your subject area.
  5. Forget about making a living. Unless you consider Babelcube a long-term and rather unstable investment, you will not make a living there. I see it more as a hobby that I engage in when I am not “officially” translating.
  6. Post-publishing edits take ages to appear. I made one change and it took almost 2 weeks to appear.

Advantages

  1. You define the deadline. That is as good as it gets for translators who love to translate.
  2. You can look for authors and invite them to join Babelcube, which gets rid of the horrible paperwork and payment issues.
  3. It´s better than doing nothing. The practice is great and you get to improve your skills.

Conclusion

I love the idea but hate the actual service. If Babelcube were more engaging with the translators, authors, and buyers of the books they published, the service would be a lot better. The website lacks detailed information and you sometimes wonder if there is anyone actually behind the service except for that one employee. Regardless, I will continue translating and hope to one day get some royalties for the hard work. If I ever do get paid I will update on the good news and how it happened.

Update

I did actually get paid for one book and am waiting for the results of the second, much more profitable book. There is a mysterious 30% withholding fee they say the US government charges, which was unexpected and ate up most of my royalties. It is also annoying because I do not live in the US, Babelcube does. I don´t think I will be translating for Babelcube again.

Getting direct translation clients in Brazil

Any translator’s dream is working with decent deadlines and good rates. If you really enjoy translating, the flexible deadlines help you really delve into your work and produce better results. After years of working for agencies and almost losing my family because of the inhumane deadlines and bad rates, I decided it was not worth the hassle if translating was something I enjoyed and wanted to produce quality work that could be traced back to me. Let´s face it, you will never be known as a translator if no one knows you did the work.

One of the ways of achieving this new goal was to look for private or direct clients, preferably authors. The support private and direct clients give you during any assignment helps you increase the quality of your work. Publishers and universities, for example, can have the same crazy deadlines and bad rates so I did not consider them as my target. So how does a translator go about getting direct clients?

Requirements

You need to have experience. At least 5 years without major complaints or loss of clients. Published work is a way of calculating how good you really are. Having direct clients means you depend almost exclusively on word-of-mouth and recommendations. If you ruin it with one, chances are you´ll ruin it with all of them. The responsibility is huge, but worth it if you are confident about your work and produce quality translations.

You need invoices and payment options. Make your work official by providing invoices and payment options. Most banks in Brazil offer “boletos” to send clients. There are many ways you can get invoices, either opening or sharing a company in the same area of business or using an institution like Liame.

Study, study, study. Invest in dictionaries, read as much as possible and invest in a CAT tool. I use memsource and love it to death. It took me years to yield to the powerful pull of CAT tools and I do not regret it for one second.

Now you are all set, what next?

In Brazil, the website that helped me find private clients was tradutores.com. Sadly this website no longer exists. A friend and now co-founder decided we should create a new website with the same service, and we named it tradutores.net in honour of our old friend. Potential clients access the website to look for translators and they send a request for quote (there is a form on the website or they can use the contact details). It is amazing how many clients I got from this and the former website. Independent authors are especially prone to use them because they need direct contact with the translator. I can honestly say that I got 90% of my direct clients on either of these websites. They also advertise for you, so there is no need to invest in marketing.

I tried Proz.com for years and only now, after the former tradutores.com expired, am I getting any occasional work from there. The bulk is still coming from tradutores.net.

So, unless you prefer sending out curricula to agencies and like the lower rate/more work equation, registering at a translator directory or contacting authors and clients directly is the answer. Let me know how it goes in a couple of months.

Coisas que muitos tradutores não sabem.

O número de pessoas que estão iniciando no mundo da tradução cresce a cada dia. Com o desemprego e a vontade de ter mais autonomia, muitas pessoas que falam dois ou mais idiomas ou alunos de línguas embarcam neste mundo fascinante para construir uma carreira.

Como tradutora mais ou menos experiente, gostaria de compartilhar algumas coisas que considero valiosas para essas pessoas, e talvez para os mais experientes também.

18142557500_00849b2cb9_mA tradução é uma profissão que pode ser ingrata. Por ingrata quero dizer que poucos entenderão o seu sofrimento ao receber um texto impossível de interpretar, cheio de erros, ou quando tiver 48 horas para produzir 60 mil palavras numa planilha do Excel sem contexto algum e a um preço quase inexistente. Poucos sabem que precisa aprender a usar ferramentas ultra complexas (que aliás nunca tive paciência para usar, fora memsource) ou que a habilidade de dividir seu cérebro para reproduzir um mesmo significado em outro idioma faz de você um semi-super-herói. E menos pessoas ainda sabem que um bom tradutor é bastante difícil de achar.

Como se tornar um bom tradutor?

Parece óbvio, mas pessoas que realmente entendem e usam dois idiomas bem são raras. Essa é uma das razões da dificuldade em achar bons tradutores. Neste momento da minha carreira estou ajudando tradutores achar clientes e estou sentindo essa carência na pele.  O maior problema é que muitos tradutores não aceitam críticas e alguns até negam seus erros. Por esse motivo, achei importante listar algumas coisas que podem te ajudar a ser um bom tradutor:

1. Leia SEMPRE. Nos dois idiomas.

2. Tente SOMENTE traduzir para seu IDIOMA NATIVO. Há um número assustador de tradutores que trabalham com mais de 1 par de idiomas, tipo Russo <> Inglês, Português <> Inglês, e assim vai. Ser bom em todos esses pares é humanamente impossível. Seja realista e trabalhe só com seu idioma nativo como seu idioma alvo.

3. Nunca deixe que seu autoconfiança tome conta do seu trabalho. Muitos tradutores, e falo de experiência, estão tão seguros de seu conhecimento ou habilidade que mal revisam seu trabalho. Esta semana recebi um texto com erros graves (esquecer de colocar um “não” e outros erros imperdoáveis) e era evidente que a causa desses erros foi o excesso de confiança. Produzir e enviar cegamente achando que fez bem, nunca.

4. Ame o que faz, e por isso quero dizer realmente caprichar. Não precisa estudar ou ler todos os livros escritos sobre tradução nem participar desses grupos chatos onde todos brigam sobre um regra gramatical ou o uso indevido de uma palavra. Por amar quero dizer sentir prazer em traduzir e tratar cada texto como algo novo e valioso, até precioso.

5. Revise, revise e revise. Quando termina a tradução, leia tudo com muita atenção. Pergunte-se: se eu fosse o cliente, estaria feliz com o resultado? Se eu fosse o leitor, perceberia que foi traduzido? Acharia o texto bem escrito? Coloque-se no lugar do cliente e do leitor sempre. Infelizmente, é justamente aqui que muitos tradutores pecam. Traduzem e enviam, sem olhar para atrás. Para revisar gramática e typos, sugiro que contrate um revisor profissional ou um colega com quem possa trocar revisões. Todo capricho é percebido pelo cliente, acredite.

6. Nunca, jamais perca um prazo. Seja realista e calcule quanto pode fazer em um dia. É melhor rejeitar do que atrasar na entrega e se queimar com o cliente para sempre.

7. Em caso de dúvida, pergunta, não adivinhe. Um texto mal interpretado pode causar problemas sérios. Sempre pergunte. Se o cliente não quer ajudar (acontece), avise que não se responsabiliza pelo resultado desse trecho.

8. Elabore um contrato curto com todas as suas condições. Quer receber antes e depois? Quer mostrar que é confiável e segue as regras? Por quê não colocar tudo isso por escrito? De qualquer forma, meu conselho é nunca feche um trabalho por telefone. Tenha tudo por escrito mesmo se for somente por email. Também pode usar ordem de serviço.

9. Por último, aceite críticas e sugestões. É incrível o que pode aprender com isso. Peça que o cliente envie o texto final (se foi posteriormente revisado) e peça mais detalhes se o trabalho for criticado ou reprovado. Seja humilde, sempre.

Se tiver perguntas, visite minha página no Facebook ou deixe um comentário. Você é tradutor? Cadastre-se no site e receba pedidos de orçamento.

photo credit: <a href=”http://www.flickr.com/photos/89165847@N00/18142557500″>Beware Confusing Signs</a> via <a href=”http://photopin.com”>photopin</a&gt; <a href=”https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/”>(license)</a&gt;

Coisas que muitos clientes não sabem.

Muitos clientes não sabem disto, mas traduzir não é simplesmente saber falar um idioma. É saber falar DOIS idiomas perfeitamente e saber INTERPRETAR e ADAPTAR um conceito em um idioma para o outro.

Outra coisa que muitas vezes passa desapercebido é que toda trabalho bem-feito precisa de duas coisas: tempo e um texto original bem escrito.

Parece simples, certo? Pois não é.

No mundo da tradução, o que qualquer tradutor mais encontra são clientes com textos para ontem e/ou textos muito mal escritos (geralmente devido à pressa). Isto, no meu caso, ocorre 50% das vezes, mas é só porque decidi trabalhar somente para clientes diretos há 5 anos. No passado essa porcentagem era 80% ou mais.

16182717997_dea554b98b_qOs tradutores são bichos discretos por natureza. Não andam por aí falando mal dos clientes nem expondo os erros do trabalho que precisam fazer. Mas a frustração pode ser tão grande que muitos são membros de grupos secretos de tradutores ou são administradores anônimos de páginas e blogs sobre tradução somente para poder expressar suas frustrações.

O maior problema para todo tradutor é a crítica post-tradução. As causas são várias, mas podem sim estar relacionadas ao texto original. Há tradutores ruins, disso todos sabemos, mas há tradutores excelentes que produzem trabalhos ruins também. Por quê? Porque não conseguiram interpretar a mensagem do autor ou não tiveram tempo de aperfeiçoar o trabalho final. Ou seja, a falta de tempo/a pressa e um texto difícil de interpretar raramente levam a um bom resultado.

Por isso, em nome de todos os tradutores (tenho quase certeza disso), antes de enviar qualquer trabalho para um tradutor, certifique-se de três coisas SE espera um bom resultado.

Regras para enviar textos a tradutores:

  1. O texto foi revisado e está, em sua opinião, perfeito no idioma original. Por perfeito quero dizer interpretável, sem erros de ortografia ou de sintaxe (isso que faz com que uma frase seja fácil de interpretar e gramaticalmente correta).
  2. O tradutor terá tempo para realizar o trabalho. Por tempo quero dizer um prazo razoável de acordo com a complexidade e número de palavras do texto. Isto inclui tempo para pesquisar termos (se não houver glossário) e vocabulário.
  3. Está disponível para responder qualquer pergunta do tradutor.

Se não conseguir cumprir com estas três regras, não espere milagres. Só um tradutor com muita sorte e anos e anos de experiência lidando com estas situações pode produzir algo realmente bom sem estas condições.

photo credit: <a href=”http://www.flickr.com/photos/101260638@N07/16182717997″>%5B22/365%5D: Lost in technology</a> via <a href=”http://photopin.com”>photopin</a&gt; <a href=”https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/”>(license)</a&gt;

Termos para a tradução/revisão de artigos acadêmicos

Envio de artigos acadêmicos para tradução:

Antes de enviar qualquer artigo para tradução, certifique-se do seguinte:

  1. O artigo não contém erros ortográficos ou erros de terminologia, nomes científicos, etc.
  2. O artigo está escrito numa linguagem simples e clara, sem frases longas demais com excesso de informação sem relação direta.
  3. O artigo não contém redundâncias ou palavras e frases repetidas ou desnecessárias.
  4. A seção Métodos e Materiais está clara e bem organizada. Se necessário repetir dados ou nomes para assegurar compreensão.
  5. A seção Conclusão e/ou Contribuição está clara e bem definida no final do artigo.

Depois de receber o artigo traduzido, considere o seguinte:

  1. Pelo menos um dos autores do artigo estará sempre disponível para esclarecer dúvidas do tradutor e fazer alterações para facilitar a interpretação do texto.
  2. O artigo traduzido será revisado pelo autor ou por um revisor independente.
  3. O artigo revisado com qualquer alteração será enviado novamente ao tradutor antes de ser enviado à revista (o tradutor precisa ficar com a versão final).

Envio de artigos acadêmicos para revisão:

Lembre-se que meu serviço é Revisão e não Edição. Um editor precisa ter conhecimento sobre o assunto e geralmente faz alterações e questionamentos significativos. Um revisor somente corrige a gramática e a ortografia e tenta melhorar a qualidade do texto em gera sem mexer na estrutura ou estilo.

Antes de enviar qualquer artigo para revisão, certifique-se do seguinte:

  1. O artigo traduzido deve ser enviado com o artigo original.
  2. O artigo original foi adaptado para um estilo mais simples e claro, sempre exigido por revistas internacionais. Para isso, o artigo muitas vezes precisa ser reescrito total ou parcialmente.
  3. Os termos científicos, nomes de autores e citações ou referências bibliográficas estão corretas.
  4. Pelo menos um dos autores do artigo estará sempre disponível para esclarecer dúvidas do tradutor.

Depois de receber o artigo revisado, considere o seguinte:

  1. O artigo será revisado pelo autor antes de ser enviado à revista.
  2. Qualquer alteração, adição ou exclusão será notificada ao revisor e a versão final do artigo modificado será reenviado ao revisor antes de enviar o artigo à revista.

Embora sempre preze pela qualidade e sempre farei o melhor trabalho possível, não me responsabilizo por artigos que não seguem este padrão ou que sejam submetidos à revistas em uma versão diferente à versão enviada por ou para mim.

É importante lembrar que tradutor não revisa seu próprio trabalho. Tradução e revisão devem ser sempre realizadas por pessoas diferentes.

Cipriana Leme

Vocabulary.com – Learn Words – English Dictionary

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